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domingo, 22 de agosto de 2010

Férias!


A Vodka Morango e a Vodka Limão acabaram as suas férias em Moledo. Pela primeira vez em 19827409832740 anos, estiveram juntas um monte de vezes. Ambas pedi-mos desculpa pela ausência neste último mês, mas como podem ter reparado estávamos em Vacances.

sábado, 31 de julho de 2010

Tu regressas


Tu regressas, todos os dias. Há muito que construo uma imagem irreal, tua. Eu já nem sei quem tu és. Tão menos sei quem fui contigo. Vá, ao menos traz-me essas palavras não-tuas. Concede-me a tua voz, por um bocadinho. Há tanto tempo que não a sinto.

Vodka Limão
hoje, a vodka morango, enquanto pedia um mcflurry para ela, viu, por acaso, a vodka limão mesmo a seu lado, a pedir a tabela nutricional dos produtos do mcdonald's e foi um momento... hilariante.

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Navegante da Lua !

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Vês a minha mão a voar contra a tua cara?

Vai-te lixar, que és um egoísta que me lancetaste o coração. E deixaste a nossa ligação ir escorrendo dele e eu a sufocar a cada dia que deixavas para trás. Eu sentia a nossa amizade despedaçar-se na tua mão e o sufoco era maior quando me lembrava do teu contentamento em contraste com o corte húmido que deixaste no meu peito. Facilmente tratei do sufoco. Pouco de ti já me lembrava. Mas o corte, embora já pequeno, continuava lá, no seu esconderijo matreiro. Lá fiquei em paz, sem ti. E agora descubro que afinal esse teu aparente bem-estar não correspondia assim tanto à realidade e tu, no entanto, guardavas-te para ti próprio e interpretavas o teu papel de teatro do mundo feliz. Foi por mim, dizes tu, for por mim que me afastei. Nunca, meu ignóbil, alguma vez pensaste em quem alguma vez tocaste na vida e em quem cativaste? Nunca, no mundo que gira à tua volta, te lembraste dos que deixaste para trás?
Sabes, agora por mim digo-te: vai para o caralho que te foda e deixa-me em paz.

Vodka Limão
(este é um texto que se dirige a um destinatário completamente diferente dos textos anteriores e, espero, dos textos seguintes. um texto que surgiu por acaso, um pequeno à parte)

Devaneios Mentais (Parte II)

Jean tinha acabado de saber que tinha um simples dia de vida, estava tanto assustada como sozinha.. Mas por outro lado feliz, porque sabia que uma simples doença tinha acabado com a vida de sofrimento dela.
Resolveu ir à praia, ver o pôr-do-sol, ouvir as gaivotas, o ribombar das ondas. Era aquele sítio que procurava sempre que estava em baixo, como sempre sozinha. Considerava-a uma das suas melhores amigas.
Naquele momento Jean precisava de um ombro amigo, de uma palavra, nem que fosse de uma pequena palavra, de um abraço ou uma lágrima. Mas não, parecia que tudo era mais importante do que o que ela estava a passar naquele momento (...)
Mas ia sentir tanta falta das pessoas que mais gostava. Então, decidiu escrever uma carta de despedida.. Podia não ser significante para ninguém, mas amava-os a todos, eram os seus melhores amigos.

"Não me estou a imaginar sem todos vocês, foram, são e sempre serão importantes para mim, tornaram-se os meus melhores amigos, os que me fizeram sorrir, o que me apoiaram..
Como irá ser daqui para a frente? O sol escurecerá, o céu azul e brilhante tornar-se-à cinzento e triste. Os meus olhos irão fechar-se para a vida, o meu coração vai parar de palpitar, o meu sorriso vai morrer.
O escuro, as paredes e a tristeza vão tornar-se os meus melhores amigos, porque sem vocês eu não sou nada, está a ser tão difícil, tão agonizante. As lágrimas escorrem-me cara abaixo e a única coisa que consigo pronunciar é "Gosto muito de vocês".
Não me deixem, voltem, preciso tanto de vocês neste momento, vocês foram a melhor coisa que me aconteceu estes últimos tempos.
A ti Paul, não vou deixar palavras bonitas, tu sabes o que és para mim, o quanto significas para mim. Quero que saibas que só te quero ver bem e feliz. Amo-te de uma maneira especial, doce e ternurenta.
Cada uma à sua maneira construiu o seu castelo no meu coração, tornaram-se mais que importantes para mim... Amo-vos do fundo do meu ser, amo-vos mais do que me amo a mim própria. Quando se lembrarem do passado, lembrem-se de mim.

Jean"

Passaram-se horas afim, Jean começou a ver tudo à roda, já não sentia o seu corpo. Estava na hora da partida, nada podia fazer para viver. Foi esse o seu fim, o seu triste fim.
A última palavra que se soltou da sua boca foi "Adeus".

Vodka Morango